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Cancêr e Reynaldo Gianecchini é do mesmo tipo de Dilma Rousseff
Tipo não Hodgkin é o mais comum entre os linfomas.
Ator foi internado nesta quarta-feira no hospital Sírio-Libanês.
O ator Reynaldo Gianecchini (Foto: Divulgação)
O ator Reynaldo Gianecchini, que foi internado no Hospital Sírio-Libanês nesta quarta-feira (10), possui o mesmo tipo de câncer que acometeu a presidente Dilma Rousseff em 2009.
Conhecida como "linfoma não Hodgkin", a doença afeta as células, vasos e órgãos do sistema linfático, responsável por ajudar na defesa do corpo contra ameaças externas, como vírus e bactérias.
A confirmação do câncer no ator foi dada pela assessoria de imprensa do hospital, após exames que apontaram o diagnóstico.
Os linfomas são divididos em duas grandes categorias: o linfoma Hodgkin, ou "doença de Hodgkin", que responde por apenas 10% do total de casos. Atinge em sua maioria jovens e pessoas de meia-idade. Os outros 90%, incluindo o caso do ator, são linfomas não Hodgkin.
No caso da presidente Dilma Rousseff, um nódulo na axila esquerda foi retirado para análise. Como aquele era o único foco da doença, os médicos optaram por prosseguir o tratamento com remédios quimioterápicos durante quatro meses.
Consultado pelo G1, o oncologista clínico Vladmir Cordeiro de Lima, do Hospital A.C. Camargo, afirmou que, apesar de serem do mesmo tipo, não é possível dizer se o câncer de Gianecchini é parecido com o da presidente, já que o grupo de linfomas não-Hodgkin contém mais de trinta doenças diferentes.
"Normalmente, os linfomas recebem quimioterapia e, ocasionalmente, radioterapia. Com raríssimas exceções, linfomas não são tratados por cirurgia, já que a célula maligna consegue circular pelo corpo e pode afetar outras áreas. O tratamento é sempre sistêmico, ou seja, vai atuar no corpo inteiro do paciente", explica o médico.
Ainda não há informações sobre o local afetado pela doença no corpo do ator. Em junho, o ator de 38 anos já havia passado por uma cirurgia de hérnia inguinal, mas havia se recuperado bem do procedimento e sido liberado após dois dias.
O ator estava em cartaz com a peça “Cruel”, que estreou em 27 de junho no Teatro Faap. Segundo a assessoria do espetáculo, as apresentações foram suspensas há duas semanas. No comunicado de cancelamento, a assessoria diz que, após uma faringite crônica, o ator “foi tratado com antibiótico que resultou grave reação alérgica”.
Leia a íntegra da nota divulgada pelo ator sobre sua internação:
“Após ser internado com suposto sintoma de faringite, foi diagnosticado um linfoma Não-Hodgkin. Estão sendo realizados novos exames para especificação adequada. Estou pronto para a luta e conto com o carinho e amor de todos vocês, Reynaldo Gianecchini
Central Globo de Comunicação
São Paulo , 10 de agosto de 2011"
Ator teve diagnóstico inicial de um linfoma não-Hodgkin
Os médicos que fazem parte da equipe médica que cuida de Reynaldo Gianecchini, de 38 anos, esperam para esta sexta-feira (12) o resultado dos exames que irão apontar exatamente qual o tipo de câncer que atinge o ator. Gianecchini está internado no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, e recebeu o diagnóstico inicial de um linfoma não-Hodgkin, um tipo de câncer que se desenvolve nos linfócitos.
Apenas com o resultado dos novos exames será possível iniciar o tratamento – segundo os médicos, o ator deve iniciar a quimioterapia na próxima segunda-feira (15).
O Hospital Sírio-Libanês divulgou no fim da manhã desta quinta-feira (11) um boletim médico sobre o estado de saúde do ator, internado na unidade há uma semana. Segundo o hospital, o "estado geral é bom e não há previsão de alta".
O infectologista David Uip, que faz parte da equipe médica, disse que o ator está “muito bem, muito otimista”. Uip definiu o ator como calmo e tranquilo e afirmou que essas características serão importantes durante o tratamento.
O ator estava em cartaz com a peça “Cruel”, que estreou em 27 de junho no Teatro Faap, na Zona Oeste de São Paulo. Segundo a assessoria do espetáculo, as apresentações foram suspensas há duas semanas. No comunicado de cancelamento, a assessoria disse que, após uma faringite crônica, o ator “foi tratado com antibiótico que resultou grave reação alérgica”.
Conhecida como "linfoma não Hodgkin", a doença afeta as células, vasos e órgãos do sistema linfático, responsável por ajudar na defesa do corpo contra ameaças externas, como vírus e bactérias.
A confirmação do câncer no ator foi dada pela assessoria de imprensa do hospital, após exames que apontaram o diagnóstico.
Os linfomas são divididos em duas grandes categorias: o linfoma Hodgkin, ou "doença de Hodgkin", que responde por apenas 10% do total de casos. Atinge em sua maioria jovens e pessoas de meia-idade. Os outros 90%, incluindo o caso do ator, são linfomas não Hodgkin.
No caso da presidente Dilma Rousseff, um nódulo na axila esquerda foi retirado para análise. Como aquele era o único foco da doença, os médicos optaram por prosseguir o tratamento com remédios quimioterápicos durante quatro meses.
Consultado pelo G1, o oncologista clínico Vladmir Cordeiro de Lima, do Hospital A.C. Camargo, afirmou que, apesar de serem do mesmo tipo, não é possível dizer se o câncer de Gianecchini é parecido com o da presidente, já que o grupo de linfomas não-Hodgkin contém mais de trinta doenças diferentes.
"Normalmente, os linfomas recebem quimioterapia e, ocasionalmente, radioterapia. Com raríssimas exceções, linfomas não são tratados por cirurgia, já que a célula maligna consegue circular pelo corpo e pode afetar outras áreas. O tratamento é sempre sistêmico, ou seja, vai atuar no corpo inteiro do paciente", explica o médico.
Ainda não há informações sobre o local afetado pela doença no corpo do ator. Em junho, o ator de 38 anos já havia passado por uma cirurgia de hérnia inguinal, mas havia se recuperado bem do procedimento e sido liberado após dois dias.
O ator estava em cartaz com a peça “Cruel”, que estreou em 27 de junho no Teatro Faap. Segundo a assessoria do espetáculo, as apresentações foram suspensas há duas semanas. No comunicado de cancelamento, a assessoria diz que, após uma faringite crônica, o ator “foi tratado com antibiótico que resultou grave reação alérgica”.
Leia a íntegra da nota divulgada pelo ator sobre sua internação:
“Após ser internado com suposto sintoma de faringite, foi diagnosticado um linfoma Não-Hodgkin. Estão sendo realizados novos exames para especificação adequada. Estou pronto para a luta e conto com o carinho e amor de todos vocês, Reynaldo Gianecchini
Central Globo de Comunicação
São Paulo , 10 de agosto de 2011"
Exames que irão detalhar câncer de Gianecchini devem sair nesta sexta
Ator teve diagnóstico inicial de um linfoma não-Hodgkin
Ele está internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo
Os médicos que fazem parte da equipe médica que cuida de Reynaldo Gianecchini, de 38 anos, esperam para esta sexta-feira (12) o resultado dos exames que irão apontar exatamente qual o tipo de câncer que atinge o ator. Gianecchini está internado no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, e recebeu o diagnóstico inicial de um linfoma não-Hodgkin, um tipo de câncer que se desenvolve nos linfócitos.
Apenas com o resultado dos novos exames será possível iniciar o tratamento – segundo os médicos, o ator deve iniciar a quimioterapia na próxima segunda-feira (15).
saiba mais
Por enquanto, Gianecchini está tomando antibióticos – ele foi ao hospital inicialmente para tratar uma infecção de garganta.O Hospital Sírio-Libanês divulgou no fim da manhã desta quinta-feira (11) um boletim médico sobre o estado de saúde do ator, internado na unidade há uma semana. Segundo o hospital, o "estado geral é bom e não há previsão de alta".
O infectologista David Uip, que faz parte da equipe médica, disse que o ator está “muito bem, muito otimista”. Uip definiu o ator como calmo e tranquilo e afirmou que essas características serão importantes durante o tratamento.
Ator está internado no Hospital Sírio-Libanês (Foto:
Divulgação)
A presidente Dilma Rousseff também teve um linfoma não-Hodgkin. A doença foi diagnosticada em abril de 2009 e ela se submeteu a um tratamento no mesmo hospital. O tumor de Dilma foi retirado para ser avaliado e, de acordo com a equipe médica, exames posteriores detectaram que ele era o único foco da doença no organismo. Ela passou por tratamento de quimioterapia preventiva para evitar o surgimento de novos nódulos. Em setembro do mesmo ano, os médicos disseram que ela estava “livre de qualquer evidência de linfoma”.Divulgação)
O ator estava em cartaz com a peça “Cruel”, que estreou em 27 de junho no Teatro Faap, na Zona Oeste de São Paulo. Segundo a assessoria do espetáculo, as apresentações foram suspensas há duas semanas. No comunicado de cancelamento, a assessoria disse que, após uma faringite crônica, o ator “foi tratado com antibiótico que resultou grave reação alérgica”.
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